Sistema de gestão patrimonial pública
O PatriID é a plataforma de gestão patrimonial pública da Banco de Ideias: bens móveis, bens imóveis e infraestrutura urbana em uma única base, do inventário em campo até o fechamento contábil do exercício. Multi-tenant — um deploy atende vários municípios, cada um com seus dados isolados.
O problema: o patrimônio que não fecha com a contabilidade
Na maioria das prefeituras o patrimônio vive em três lugares que nunca batem: uma planilha do setor de patrimônio, um saldo no sistema contábil e a realidade física dentro das secretarias. O resultado aparece no balanço — saldo contábil sem lastro físico, bens sem depreciação, imóveis sem matrícula nem geometria, e um parecer de auditoria apontando a inconsistência todo ano.
Como funciona
A plataforma parte da Estrutura Administrativa (EADM) do órgão — UG, secretaria, departamento e espaço físico — e ancora cada bem a um responsável e a um local real. A partir daí:
- Coleta em campo pelo app mobile offline-first, com foto, etiqueta e geolocalização, sincronizando quando a conexão volta.
- Cotejamento entre as sobras físicas (o que existe e não está na contabilidade) e as sobras contábeis (o que está na contabilidade e não foi encontrado).
- Avaliação e depreciação por Ross-Heidecke, combinando idade, vida útil e estado de conservação.
- Fechamento do exercício com auditoria por conta contábil, semáforo de prontidão e exportação do arquivo de migração.
O que a prefeitura recebe
Entregáveis concretos, não telas bonitas:
- Inventário físico completo com fotos e responsáveis por espaço físico.
- Termos de responsabilidade e selos de ambiente emitidos pelo sistema.
- Planilha de conciliação contábil × físico por conta do PCASP.
- Laudos de avaliação em PDF com folha de cálculo e verificação por hash.
- Painéis de BI por secretaria e por nó da estrutura administrativa.
Normas aplicadas
O sistema segue o MCASP e as NBC TSP 07 (ativo imobilizado) e NBC TSP 09 (redução ao valor recuperável) para reconhecimento, mensuração, depreciação e evidenciação. As avaliações de imóveis seguem a NBR 14653 e o padrão IBAPE; a classificação de materiais usa o catálogo federal CATMAT.
Onde está em produção
A plataforma opera em municípios do Espírito Santo, com implantações que envolvem migração de bases legadas (Firebird → PostgreSQL), consolidação de shapes e inventário presencial conduzido pela própria equipe. O site de produto é ccpatrimonial.com.br.
Perguntas frequentes
- O sistema atende bens móveis e imóveis no mesmo cadastro?
- Sim. Móveis, imóveis e infraestrutura urbana (logradouros) ficam na mesma base, com plano de contas, depreciação e relatórios integrados — e o mesmo fechamento de exercício.
- Funciona sem internet no inventário em campo?
- Sim. O app mobile é offline-first: grava localmente em SQLite, mantém fila de sincronização e envia tudo quando a conexão retorna. Foi feito para prédios com sinal ruim e zona rural.
- É possível migrar a base do sistema antigo?
- Sim. Temos ferramentas próprias de migração com descoberta automática de esquema, usadas em migrações Firebird → PostgreSQL de sistemas patrimoniais legados.
- Como fica a depreciação dos bens?
- A depreciação é calculada por Ross-Heidecke (idade e vida útil combinadas com o estado de conservação) e conciliada com o saldo contábil no fechamento, com trilha de auditoria por conta.
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