Inventário de bens móveis para prefeituras
Levantamento físico completo do patrimônio móvel do município — feito com aplicativo próprio, executado por equipe treinada e entregue já conciliado com a contabilidade. É o inventário que fecha o exercício, não o que gera mais uma planilha.
O problema: inventário que vira planilha e morre
Muito inventário municipal termina em uma planilha que ninguém consegue conciliar: bens sem número de tombamento, o mesmo bem contado duas vezes em salas diferentes, saldo contábil que não encontra lastro físico e nenhum responsável formalmente vinculado ao bem. Sem conciliação, o levantamento não serve para o balanço.
Como funciona o levantamento
O inventário roda em dois modos, conforme o estágio do município:
- Inventário inicial — primeiro levantamento, coleta livre por espaço físico, gerando a base zero do patrimônio.
- Conferência — re-inventário contra a base existente: localizar, confirmar, corrigir local e consolidar o que mudou de lugar.
- Cada item recebe foto, estado de conservação, local (EADM) e responsável; a etiqueta é lida ou gerada na hora.
- Um agente de IA revisa a coleta e aponta inconsistências (duplicidade, foto ilegível, campo obrigatório vazio, bem fora do local esperado).
O que você recebe ao final
- Base de bens móveis completa, com fotos e georreferência do local.
- Cotejamento item a item e por local: sobras físicas × sobras contábeis.
- Termos de responsabilidade por servidor e selo de ambiente por sala.
- Relatório de tempos e produtividade da equipe (tempo por local, minutos por bem).
- Conciliação por conta contábil pronta para o fechamento do exercício.
Conformidade contábil
O tratamento segue o MCASP e a NBC TSP 07: cada bem inventariado é reconhecido, mensurado e depreciado, e as divergências são tratadas como sobra ou falta com justificativa registrada. O resultado alimenta diretamente a evidenciação no balanço patrimonial.
Prova de campo
O aplicativo e o método já foram usados em inventários municipais no Espírito Santo, incluindo unidades com centenas de espaços físicos e conectividade instável. O monitoramento em tempo real mostra quem está em campo, quantos bens já foram coletados e o ritmo por equipe.
Perguntas frequentes
- Quanto tempo leva o inventário de um município?
- Depende do número de espaços físicos e do volume de bens. O sistema mede o tempo real por local e por bem durante a execução, o que permite projetar o cronograma logo nas primeiras secretarias inventariadas.
- Precisa parar o expediente das secretarias?
- Não. A coleta é feita sala a sala, com o servidor responsável presente para assinar o termo. O impacto é de minutos por ambiente.
- E os bens que não forem encontrados?
- Entram como sobra contábil e seguem para o processo de saneamento: nova diligência, localização em outro setor ou baixa formalizada com justificativa registrada no sistema.
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